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Integrantes

Release individual

Quero falar sobre a perspectiva de cada integrante. Somos a OffDead.

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Thiago “Kyoibmuz” Onimura / Qing-Liu

A originalidade está no reflexo do espelho motivado a competição entre os melhores.

 

O que há entre o humano e a van filosofia baixistica é nele.


Thiago dos Santos Silva é um multi-instrumentista carioca oriundo da Praça Seca, no Rio de Janeiro, cuja identidade artística transita entre intelectualidade, contracultura e vivência suburbana. Definindo sua própria essência como “Erudição e Malandragem”, o artista mistura referências acadêmicas, existenciais e musicais em uma personalidade marcada por profundidade filosófica, autenticidade e forte senso de individualidade.

Ligado à música extrema e experimental, atua como baixista, compositor e instrumentista, associado ao projeto Cursed Flesh, além de desenvolver uma presença artística carregada de simbolismos, ironia e crítica social. Sua comunicação pública apresenta temas como história, neurodivergência, paternidade atípica e cultura underground, transformando suas redes em um espaço de reflexão pessoal e artística.

Seu perfil artístico carrega um equilíbrio incomum entre introspecção, sarcasmo, densidade intelectual e identidade de rua. Mais do que apenas músico, Thiago constrói uma figura autoral que mistura existencialismo, marginalidade poética e técnica instrumental, consolidando-se como uma personalidade singular dentro do underground carioca contemporâneo.

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A relação de Thiago com a música também passa diretamente pela cultura underground carioca e pela tradição do metal extremo brasileiro. Sua atuação em projetos ligados ao death metal e ao metal underground demonstra não apenas afinidade estética, mas envolvimento real com a cena independente, especialmente através da banda Cursedflesh, projeto surgido em meados de 2015 no Rio de Janeiro e inicialmente concebido por ele como uma iniciativa praticamente solo. Em seus primeiros registros, Thiago assumiu múltiplas funções criativas e instrumentais, evidenciando um perfil autodidata e profundamente imerso no processo de composição e construção sonora.

A sonoridade associada ao seu trabalho dialoga com elementos clássicos do death metal sul-americano, thrash e hardcore, carregando temas ligados à psicologia, guerra, depressão e crítica social. Dentro desse universo, Thiago demonstra afinidade com uma estética musical crua, intensa e sem excessos comerciais, muito próxima da tradição do underground brasileiro dos anos 80 e 90, marcado por bandas que transformavam limitações em identidade sonora e expressão artística genuína.

Sua presença artística também revela forte ligação com o imaginário do metal extremo latino-americano, incluindo referências históricas do gênero e uma valorização da cena independente construída fora dos grandes circuitos comerciais. Isso aparece tanto na escolha estética quanto na forma como se comunica, sempre preservando uma postura autoral, introspectiva e distante de fórmulas artificiais de exposição.

Ao mesmo tempo, Thiago não se limita ao peso musical. Seu repertório cultural aponta para alguém interessado em comportamento humano, existencialismo, narrativa e simbolismo. A influência de jogos da franquia Shin Megami Tensei e Persona, por exemplo, ajuda a compreender sua aproximação com temas psicológicos, conflitos internos, dualidade moral e construção de identidade — elementos que dialogam diretamente com a maneira como apresenta sua própria imagem pública.

Existe também uma característica muito particular em sua forma de ocupar os espaços digitais: a convivência entre sarcasmo, ironia, sensibilidade emocional e pensamento crítico. Seus perfis alternam referências densas da cultura underground com comentários cotidianos, futebol suburbano, humor autodepreciativo e observações pessoais, criando uma presença que soa humana e espontânea, sem a tentativa constante de parecer inacessível ou performático.

Sua ligação com o baixismo vai além da técnica instrumental.

O baixo aparece como elemento central de identidade artística, não apenas como função de banda.

A valorização do instrumento, da construção rítmica e da profundidade sonora acompanha sua forma de enxergar música: mais voltada à atmosfera, intensidade e textura do que ao virtuosismo vazio. Isso contribui para a imagem de um músico mais interessado em personalidade sonora e expressão do que em estética superficial.

Outro aspecto marcante é a coexistência entre erudição e cultura suburbana em sua personalidade. A formação acadêmica, os interesses filosóficos e as referências intelectuais convivem naturalmente com elementos da malandragem carioca, da linguagem informal e do cotidiano da Zona Oeste do Rio. Essa mistura acaba se tornando uma das características mais particulares de sua identidade pública, aproximando reflexão, marginalidade poética e experiência urbana em uma mesma construção artística.

Dentro desse contexto, Thiago representa um perfil cada vez mais raro dentro da música underground contemporânea: alguém que transforma referências pessoais, neurodivergência, experiências sociais, cultura extrema e vivência cotidiana em uma identidade artística coerente, orgânica e difícil de encaixar em padrões convencionais.

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Matheus “Musquitão” Amorim

A bateria é como uma extensão dele, ele se conecta a música.

 

Multi-instrumentista, sabe o que fazer e quando fazer, músico como poucos.

Frequentador de eventos musicais, festivais e encontros alternativos, Matheus representa uma geração de músicos independentes que vivem a arte de forma orgânica, conectando palco, rua, amizade e identidade pessoal em uma única trajetória.

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Matheus Amorim, conhecido artisticamente como “Musquitão”, é um baterista carioca que carrega em sua identidade a mistura entre rock, espiritualidade, cotidiano suburbano e intensidade de palco. Natural do Rio de Janeiro, construiu sua presença nas redes sociais de forma espontânea e verdadeira, refletindo uma personalidade simples, comunicativa e diretamente ligada à música, à fé cristã e às vivências urbanas da Zona Oeste carioca.

Sua trajetória musical é marcada pela paixão pela bateria e pela energia das apresentações ao vivo, sempre conectado à atmosfera do rock nacional e internacional. Entre suas referências estão nomes e movimentos ligados à intensidade emocional e presença de palco, como Red Hot Chili Peppers, Charlie Brown Jr. e O Rappa, influências que dialogam diretamente com sua forma descontraída, humana e próxima de viver a música.

Mais do que apenas um instrumentista, Matheus representa o perfil do músico independente que vive a cultura musical no cotidiano. Sua relação com eventos, festivais, encontros culturais, bares, shows e experiências urbanas demonstra alguém inserido organicamente na cena alternativa e popular do Rio de Janeiro, carregando uma imagem acessível, amigável e autêntica.

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Sua personalidade pública também revela interesses variados que ajudam a compor sua identidade: esportes, artes marciais, motociclismo, tecnologia, convivência social e o estilo de vida suburbano aparecem naturalmente em seus registros e interações. Entre ensaios, rolês, momentos com amigos e experiências do dia a dia, constrói uma presença leve e verdadeira, distante de personagens artificiais ou excessos performáticos.

A fé cristã ocupa um espaço importante em sua imagem pessoal e artística. Símbolos religiosos, mensagens positivas e vínculos com ambientes ligados à igreja aparecem como parte genuína de sua caminhada, coexistindo com a energia do rock e da cultura jovem de forma equilibrada e natural. Essa dualidade entre peso musical e espiritualidade cria uma identidade própria, conectando intensidade emocional, amizade, coletividade e valores pessoais.

Sua estética digital mistura elementos da cultura rock, cotidiano brasileiro e referências da juventude suburbana carioca, transmitindo proximidade com o público e uma sensação de autenticidade difícil de fabricar. Matheus representa uma geração de músicos que enxergam a arte não apenas como performance, mas como extensão da própria vida — feita de amizade, experiências reais, fé, música e convivência.

Luís Henrique Corrêa Mesquita, também conhecido como Lueisx, descobriu a paixão pela música aos 6 anos ouvindo Los Hermanos, passando pra Charlie brown Jr. até legião urbana, só que ficando no slipknot, mas só começou a tocar aos 14 com uma flauta doce. Aprendeu violão de forma autodidata, com alguns amigos dando suporte, colegas de escola e teve sua primeira guitarra apenas aos 23. Passou por bandas covers, integrou projetos autorais como a Kombs, e tocou baixo em grupos como Santo Insano e Piratas. Hoje, aos 32, é vocalista da OffDead, onde canaliza sua energia criativa e emocional para compor e cantar rock com autenticidade e entrega visceral.

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Ultima Formação, Antes

A OffDead é uma banda independente do Rio de Janeiro que transforma a energia caótica da cidade em música autêntica e intensa. Sua proposta vai além do entretenimento: busca conectar pessoas, construir comunidade e deixar um legado dentro do rock alternativo. Com raízes no punk, grunge, post-punk e industrial, a banda cria um som que une peso, distorção e introspecção. A identidade visual marcante acompanha a estética sonora, formando um projeto artístico coeso. Inspirada por nomes como Nirvana, Joy Division, Nine Inch Nails e Rammstein, a OffDead dialoga com referências internacionais e nacionais. Mais do que seguir estilos, o grupo traduz vivências urbanas e marginais em composições cruas e verdadeiras. O intuito é transformar experiências pessoais em narrativas universais que ressoem com quem busca autenticidade. A OffDead se diferencia por assumir uma postura artística consciente e não um passatempo. O projeto surge para ocupar espaço no circuito independente brasileiro com atitude e consistência. A missão é clara: criar música que desafia, conecta e marca quem ouve.

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© 2013  banda Offdead. Feito por Lueísx. Produzido com Wix.com.

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