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Release individual

Quero falar sobre a perspectiva de cada integrante. Somos a OffDead.

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Gabriel(biscuit)

The bass guitar 

 

In this last show at Planet Music in Cascadura at the Noise Event, with a band like http://tenacidadeoficial.wix.com/tenacidadeoficial and we can still say that  we had a guitar that left the band, a guitar that had a weekend job to go, so what happened, the biscuit went down, that's right guys The bass became a guitar, and in one of the best performances we had a great show! if you want, here     https://www.facebook.com/gabriel.joviniano?fref=ts

 

 

OBS: all songs were dropped, without solo, they were fod@s

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A relação de Thiago com a música também passa diretamente pela cultura underground carioca e pela tradição do metal extremo brasileiro. Sua atuação em projetos ligados ao death metal e ao metal underground demonstra não apenas afinidade estética, mas envolvimento real com a cena independente, especialmente através da banda Cursedflesh, projeto surgido em meados de 2015 no Rio de Janeiro e inicialmente concebido por ele como uma iniciativa praticamente solo. Em seus primeiros registros, Thiago assumiu múltiplas funções criativas e instrumentais, evidenciando um perfil autodidata e profundamente imerso no processo de composição e construção sonora.

A sonoridade associada ao seu trabalho dialoga com elementos clássicos do death metal sul-americano, thrash e hardcore, carregando temas ligados à psicologia, guerra, depressão e crítica social. Dentro desse universo, Thiago demonstra afinidade com uma estética musical crua, intensa e sem excessos comerciais, muito próxima da tradição do underground brasileiro dos anos 80 e 90, marcado por bandas que transformavam limitações em identidade sonora e expressão artística genuína.

Sua presença artística também revela forte ligação com o imaginário do metal extremo latino-americano, incluindo referências históricas do gênero e uma valorização da cena independente construída fora dos grandes circuitos comerciais. Isso aparece tanto na escolha estética quanto na forma como se comunica, sempre preservando uma postura autoral, introspectiva e distante de fórmulas artificiais de exposição.

Ao mesmo tempo, Thiago não se limita ao peso musical. Seu repertório cultural aponta para alguém interessado em comportamento humano, existencialismo, narrativa e simbolismo. A influência de jogos da franquia Shin Megami Tensei e Persona, por exemplo, ajuda a compreender sua aproximação com temas psicológicos, conflitos internos, dualidade moral e construção de identidade — elementos que dialogam diretamente com a maneira como apresenta sua própria imagem pública.

Existe também uma característica muito particular em sua forma de ocupar os espaços digitais: a convivência entre sarcasmo, ironia, sensibilidade emocional e pensamento crítico. Seus perfis alternam referências densas da cultura underground com comentários cotidianos, futebol suburbano, humor autodepreciativo e observações pessoais, criando uma presença que soa humana e espontânea, sem a tentativa constante de parecer inacessível ou performático.

Sua ligação com o baixismo vai além da técnica instrumental.

O baixo aparece como elemento central de identidade artística, não apenas como função de banda.

A valorização do instrumento, da construção rítmica e da profundidade sonora acompanha sua forma de enxergar música: mais voltada à atmosfera, intensidade e textura do que ao virtuosismo vazio. Isso contribui para a imagem de um músico mais interessado em personalidade sonora e expressão do que em estética superficial.

Outro aspecto marcante é a coexistência entre erudição e cultura suburbana em sua personalidade. A formação acadêmica, os interesses filosóficos e as referências intelectuais convivem naturalmente com elementos da malandragem carioca, da linguagem informal e do cotidiano da Zona Oeste do Rio. Essa mistura acaba se tornando uma das características mais particulares de sua identidade pública, aproximando reflexão, marginalidade poética e experiência urbana em uma mesma construção artística.

Dentro desse contexto, Thiago representa um perfil cada vez mais raro dentro da música underground contemporânea: alguém que transforma referências pessoais, neurodivergência, experiências sociais, cultura extrema e vivência cotidiana em uma identidade artística coerente, orgânica e difícil de encaixar em padrões convencionais.

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José Luiz (baby)

Excited about your battery! ! !

 

We were once again.... me! ! !(vocalist carried more weights) in another marathon to help drummer nenem with his drum tricks, to add the best percussion sound to the repertoire of songs. that was heavy as fuck! ! !

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Matheus Amorim, conhecido artisticamente como “Musquitão”, é um baterista carioca que carrega em sua identidade a mistura entre rock, espiritualidade, cotidiano suburbano e intensidade de palco. Natural do Rio de Janeiro, construiu sua presença nas redes sociais de forma espontânea e verdadeira, refletindo uma personalidade simples, comunicativa e diretamente ligada à música, à fé cristã e às vivências urbanas da Zona Oeste carioca.

Sua trajetória musical é marcada pela paixão pela bateria e pela energia das apresentações ao vivo, sempre conectado à atmosfera do rock nacional e internacional. Entre suas referências estão nomes e movimentos ligados à intensidade emocional e presença de palco, como Red Hot Chili Peppers, Charlie Brown Jr. e O Rappa, influências que dialogam diretamente com sua forma descontraída, humana e próxima de viver a música.

Mais do que apenas um instrumentista, Matheus representa o perfil do músico independente que vive a cultura musical no cotidiano. Sua relação com eventos, festivais, encontros culturais, bares, shows e experiências urbanas demonstra alguém inserido organicamente na cena alternativa e popular do Rio de Janeiro, carregando uma imagem acessível, amigável e autêntica.

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Sua personalidade pública também revela interesses variados que ajudam a compor sua identidade: esportes, artes marciais, motociclismo, tecnologia, convivência social e o estilo de vida suburbano aparecem naturalmente em seus registros e interações. Entre ensaios, rolês, momentos com amigos e experiências do dia a dia, constrói uma presença leve e verdadeira, distante de personagens artificiais ou excessos performáticos.

A fé cristã ocupa um espaço importante em sua imagem pessoal e artística. Símbolos religiosos, mensagens positivas e vínculos com ambientes ligados à igreja aparecem como parte genuína de sua caminhada, coexistindo com a energia do rock e da cultura jovem de forma equilibrada e natural. Essa dualidade entre peso musical e espiritualidade cria uma identidade própria, conectando intensidade emocional, amizade, coletividade e valores pessoais.

Sua estética digital mistura elementos da cultura rock, cotidiano brasileiro e referências da juventude suburbana carioca, transmitindo proximidade com o público e uma sensação de autenticidade difícil de fabricar. Matheus representa uma geração de músicos que enxergam a arte não apenas como performance, mas como extensão da própria vida — feita de amizade, experiências reais, fé, música e convivência.

Luís Henrique Corrêa Mesquita, também conhecido como Lueisx, descobriu a paixão pela música aos 6 anos ouvindo Los Hermanos, passando pra Charlie brown Jr. até legião urbana, só que ficando no slipknot, mas só começou a tocar aos 14 com uma flauta doce. Aprendeu violão de forma autodidata, com alguns amigos dando suporte, colegas de escola e teve sua primeira guitarra apenas aos 23. Passou por bandas covers, integrou projetos autorais como a Kombs, e tocou baixo em grupos como Santo Insano e Piratas. Hoje, aos 32, é vocalista da OffDead, onde canaliza sua energia criativa e emocional para compor e cantar rock com autenticidade e entrega visceral.

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Ultima Formação, Antes

A OffDead é uma banda independente do Rio de Janeiro que transforma a energia caótica da cidade em música autêntica e intensa. Sua proposta vai além do entretenimento: busca conectar pessoas, construir comunidade e deixar um legado dentro do rock alternativo. Com raízes no punk, grunge, post-punk e industrial, a banda cria um som que une peso, distorção e introspecção. A identidade visual marcante acompanha a estética sonora, formando um projeto artístico coeso. Inspirada por nomes como Nirvana, Joy Division, Nine Inch Nails e Rammstein, a OffDead dialoga com referências internacionais e nacionais. Mais do que seguir estilos, o grupo traduz vivências urbanas e marginais em composições cruas e verdadeiras. O intuito é transformar experiências pessoais em narrativas universais que ressoem com quem busca autenticidade. A OffDead se diferencia por assumir uma postura artística consciente e não um passatempo. O projeto surge para ocupar espaço no circuito independente brasileiro com atitude e consistência. A missão é clara: criar música que desafia, conecta e marca quem ouve.

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© 2013  Offdead band. Made by luigi. Produced with Wix.com.

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